Belém, Lisboa

19-07-2017

Comece pelo Palácio Nacional de Belém, a residência oficial do Presidente da República Portuguesa. Do lado direito do Palácio, está situado o Museu Nacional dos Coches, onde estão as antigas carruagens das famílias reais portuguesa e de outras personalidades, como a carruagem do Papa. Este é o museu mais visitado de Portugal e um sitio a não perder.

Saindo do museu, passe novamente em frente ao Palácio Nacional de Belém. Pouco mais de 100 metros à frente chegará à Antiga Confeitaria de Belém (voucher 22), que vende os famosos e deliciosos Pastéis de Belém, o mais famoso doce Português, produzido pela mesma família e no mesmo local desde 1837. Actualmente, apenas três mestres pasteleiros são detentores da receita e assinaram um termo de responsabilidade em como se comprometem a não divulgar o segredo da receita.

Seguindo em frente, chegará ao imponente Mosteiro dos Jerónimos (voucher 73). Admire o expoente máximo da arquitectura manuelina. A entrada na Igreja é gratuita e, para além de ser belíssima, você poderá ver lá dentro os túmulos de Vasco da Gama, Luís Vaz de Camões e de outros reis e rainhas portugueses. Ainda no Mosteiro, compre bilhete para visitar o antigo Claustro dos Jerónimos e ter acesso ao bonito jardim, salas e ao coro alto da Igreja.

Saindo do Mosteiro para a direita, encontrará o Museu da Marinha(voucher 76) e o Planetário Calouste Gulbenkian(voucher 75), que valem bem a pena serem visitados. Atravesse a estrada e percorra o bonito jardim com a enorme fonte, em frente. No lado oposto, encontra-se um túnel que passa por baixo da movimentada avenida marginal e da linha do comboio, para chegar ao Padrão do Descobrimentos. Este monumento foi inaugurado em 1960 para homenagear os Descobrimentos portugueses.

Aqui encontram-se vários dos nossos parceiros, que permitem-lhe passear de barco (vouchers 95, 96, 101 e 102), ou fazer visitas guiadas de carro ou carrinha (vouchers 88, 89 e 97).

Continue a caminhar junto ao rio, até chegar à magnífica Torre de Belém(voucher 72). Este monumento foi concluído em 1520 e era utilizado como um ponto de vigia para controlar e impedir que embarcações não autorizadas entrassem na cidade de Lisboa.